FOI DIVULGADO UM ESTUDO QUE É PREOCUPANTE PARA QUEM RESIDE EM MONTALVÃO E NAS OUTRAS SEIS FREGUESIAS DO CONCELHO DE NISA.
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23 novembro 2025
02 novembro 2025
Dia de Finados
| 02 novembro 2025 | 0 Comentários | | 00:00 |
DIA DEDICADO AOS ENTES QUERIDOS QUE FORAM PARTINDO DA VIDA TERRENA.
Os montalvanses rumavam ao cemitério visitando as sepulturas - campas ou jazigos - havendo a celebração, no local, de uma das três habituais missas diárias.
O sino na Igreja da Misericórdia tocava um som bem conhecido e único «a dobrar a finados» durante nove dias, entre 2 de novembro (Dia de Finados) e dez de novembro (Dia dedicado ao Papa Leão Magno).
O «Cemitério Novo» foi benzido em 1 de novembro de 1951, passaram ontem 68 anos, recebendo o primeiro funeral em 28 de janeiro de 1952, um "anjinho" (criança de mês e meio) nascida no Santo André. Entretanto tinham passado as ossadas do «Cemitério Velho» para o novo. O «Cemitério Velho» (Castelo) foi a alternativa encontrada depois do decreto lei (21 de setembro de 1835) que proibiu as sepulturas dentro das igrejas e nos adros adjacentes obrigando a criar cemitérios públicos murados. O último funeral para o «Cemitério Velho» ocorreu em 28 de outubro de 1951, a poucos dias da inauguração oficial (1.º de novembro) do «Novo». Neste, o primeiro adulto a ser sepultado, em 2 de abril de 1952, foi o senhor Valeriano, com 50 anos, que vivendo na rua da Barca faleceu de acidente nas escadas da taberna do Ti Zé Leandro, na rua de São Pedro. Um dia nefasto pois andava a trabalhar à jorna e com as chuvadas fortes nessa Primavera estava à espera de melhores condições para poder atravessar o rio Tejo estando destinado a trabalhar na Beira Baixa. Uma tragédia.
Aquando da renovação (praticamente uma reconstrução no interior) da Igreja Matriz (entre finais de 1967 e o ano de 1968) ainda foram retiradas ossadas debaixo das tábuas que foram substituídas por tijoleiras.
Três locais - quatro se o chão da Igreja for individualizado do Adro - em 700 anos de vida e mortes. Um número considerável de montalvanenses estão sepultados ou foram cremados bem longe de Montalvão.
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O sino na Igreja da Misericórdia tocava um som bem conhecido e único «a dobrar a finados» durante nove dias, entre 2 de novembro (Dia de Finados) e dez de novembro (Dia dedicado ao Papa Leão Magno).
O «Cemitério Novo» foi benzido em 1 de novembro de 1951, passaram ontem 68 anos, recebendo o primeiro funeral em 28 de janeiro de 1952, um "anjinho" (criança de mês e meio) nascida no Santo André. Entretanto tinham passado as ossadas do «Cemitério Velho» para o novo. O «Cemitério Velho» (Castelo) foi a alternativa encontrada depois do decreto lei (21 de setembro de 1835) que proibiu as sepulturas dentro das igrejas e nos adros adjacentes obrigando a criar cemitérios públicos murados. O último funeral para o «Cemitério Velho» ocorreu em 28 de outubro de 1951, a poucos dias da inauguração oficial (1.º de novembro) do «Novo». Neste, o primeiro adulto a ser sepultado, em 2 de abril de 1952, foi o senhor Valeriano, com 50 anos, que vivendo na rua da Barca faleceu de acidente nas escadas da taberna do Ti Zé Leandro, na rua de São Pedro. Um dia nefasto pois andava a trabalhar à jorna e com as chuvadas fortes nessa Primavera estava à espera de melhores condições para poder atravessar o rio Tejo estando destinado a trabalhar na Beira Baixa. Uma tragédia.
Aquando da renovação (praticamente uma reconstrução no interior) da Igreja Matriz (entre finais de 1967 e o ano de 1968) ainda foram retiradas ossadas debaixo das tábuas que foram substituídas por tijoleiras.
Três locais - quatro se o chão da Igreja for individualizado do Adro - em 700 anos de vida e mortes. Um número considerável de montalvanenses estão sepultados ou foram cremados bem longe de Montalvão.
Que todos os montalvanenses, mais de meio milhão, em sete séculos, entretanto falecidos, Descansem Em Paz. Homenagem deste blogue a TODOS, desde a fundação de Montalvão até ao último montalvanense falecido, seja em que parte do Mundo tiver ocorrido, numa singela "oferta", em forma de flores aqui colocadas:
PNAM
Eis Montalvão cuja origem remonta ao mais puro rito do Cristianismo Templário. As atividades humanas decorriam pontuadas pelas cerimónias do Divino
PNAM
Eis Montalvão cuja origem remonta ao mais puro rito do Cristianismo Templário. As atividades humanas decorriam pontuadas pelas cerimónias do Divino
01 novembro 2025
Dia dos Santos
| 01 novembro 2025 | 0 Comentários | | 00:00 |
CELEBRADO EM TODO O CRISTIANISMO COMO RECORDAÇÃO DOS MÁRTIRES CONHECIDOS E DESCONHECIDOS QUE SOFRERAM PARA IMPOR A RELIGIÃO CRISTÃ QUANDO TAL ERA PERIGOSO.
Milhares, em todo o Mundo, pagaram a sua Fé em Cristo sacrificando a própria vida, entre gentios de outras religiões maioritárias e intolerantes.
Esta homenagem instituída pelo papa Bonifácio IV (25 de setembro de 608 - 8 de maio de 615) realizava-se a 13 de maio, passando para 1 de novembro com o papa Gregório III (11 de fevereiro de 731 - 28 de novembro de 741).
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Milhares, em todo o Mundo, pagaram a sua Fé em Cristo sacrificando a própria vida, entre gentios de outras religiões maioritárias e intolerantes.
Esta homenagem instituída pelo papa Bonifácio IV (25 de setembro de 608 - 8 de maio de 615) realizava-se a 13 de maio, passando para 1 de novembro com o papa Gregório III (11 de fevereiro de 731 - 28 de novembro de 741).
Foi durante o papado de Gregório IV (20 de dezembro de 827 - 25 de janeiro de 828) que a celebração de universalizou por todo o Mundo Cristão deixando de ser apenas uma comemoração romana ou feita pontualmente.
Em Montalvão, o centro das celebrações era a Igreja de Misericórdia e cabia à «Irmandade da Misericórdia» a organização e instituição do ritual deste dia importante e tão significativo pelo respeito por aqueles que deram a vida para que no Futuro os cristãos já não fossem obrigados a sacrificar-se por seguirem Cristo e os valores que este pregou.
Logo de véspera, 31 de outubro, pelas oito da noite, a toque do sino da igreja da Misericórdia, os pobres da povoação rumavam ao Largo da(s) Igrejas, aglomerando-se na da Misericórdia que sendo muito pequena ou os pobres eram muitos, transbordava de crianças, adultos e idosos, homens ou mulheres. Era o bodo aos pobres. Os Irmãos de uma das mais ricas e organizadas Irmandades do povoado, trajando com os seus balandraus negros com capuz (que neste dia estava caído sobre as costas) que impressionavam quando iluminados pelas tochas acesas que ondulavam com o vento ou corrente de ar. Colocavam-se em duas alas, a ladear a porta principal com sacos de pão enormes a abarrotar de pães, desde inteiros (para os homens), a metades (para as mulheres) e quartos (para as crianças). Como se sabe o pão de Montalvão tinha um quilo repartido por quatro quartis de 250 gramas pois quando se amassava fazia-se o sinal da cruz no topo do pão para que fermentasse em paz, abençoado e de modo a saciar a fome.
Com a Implantação da República (5 de outubro de 1910) as tradições ligadas à caridade e religiosidade que pudessem ser substituídas pelo Poder estatal governamental, foram reprimidas (algumas até proibidas) e substituídas pelas instituições laicas, para não dar importância social à religiosidade. Depois ficou, apenas a tradição de acarinhar os mais novos, com as crianças a aproveitarem a solenidade para solicitar aos seus padrinhos (de batismo) o "Bolo dos Santos" em guloseimas da época (bolo folhado "finto" e um pão).
Eis Montalvão cuja origem remonta ao mais puro rito do Cristianismo Templário. As atividades humanas decorriam pontuadas pelas cerimónias do Divino.
Em Montalvão, o centro das celebrações era a Igreja de Misericórdia e cabia à «Irmandade da Misericórdia» a organização e instituição do ritual deste dia importante e tão significativo pelo respeito por aqueles que deram a vida para que no Futuro os cristãos já não fossem obrigados a sacrificar-se por seguirem Cristo e os valores que este pregou.
Logo de véspera, 31 de outubro, pelas oito da noite, a toque do sino da igreja da Misericórdia, os pobres da povoação rumavam ao Largo da(s) Igrejas, aglomerando-se na da Misericórdia que sendo muito pequena ou os pobres eram muitos, transbordava de crianças, adultos e idosos, homens ou mulheres. Era o bodo aos pobres. Os Irmãos de uma das mais ricas e organizadas Irmandades do povoado, trajando com os seus balandraus negros com capuz (que neste dia estava caído sobre as costas) que impressionavam quando iluminados pelas tochas acesas que ondulavam com o vento ou corrente de ar. Colocavam-se em duas alas, a ladear a porta principal com sacos de pão enormes a abarrotar de pães, desde inteiros (para os homens), a metades (para as mulheres) e quartos (para as crianças). Como se sabe o pão de Montalvão tinha um quilo repartido por quatro quartis de 250 gramas pois quando se amassava fazia-se o sinal da cruz no topo do pão para que fermentasse em paz, abençoado e de modo a saciar a fome.
Com a Implantação da República (5 de outubro de 1910) as tradições ligadas à caridade e religiosidade que pudessem ser substituídas pelo Poder estatal governamental, foram reprimidas (algumas até proibidas) e substituídas pelas instituições laicas, para não dar importância social à religiosidade. Depois ficou, apenas a tradição de acarinhar os mais novos, com as crianças a aproveitarem a solenidade para solicitar aos seus padrinhos (de batismo) o "Bolo dos Santos" em guloseimas da época (bolo folhado "finto" e um pão).
Eis Montalvão cuja origem remonta ao mais puro rito do Cristianismo Templário. As atividades humanas decorriam pontuadas pelas cerimónias do Divino.
19 outubro 2025
Festa do Santíssimo Sacramento
| 19 outubro 2025 | 0 Comentários | | 00:00 |
NO TERCEIRO DOMINGO DE OUTUBRO REALIZAVA-SE EM MONTALVÃO UMA DAS MAIS ESPLENDOROSAS CELEBRAÇÕES.
O dia dedicado a consagração do Santíssimo Sacramento que remonta à «Bulla Dominus Noster Jesu Christi» do Papa Paulo III, publicada, em 30 de novembro de 1539, teve grande importância no Cristianismo pois celebrava a Eucaristia, relembrando o sacrifício de Jesus Cristo no Calvário. Depois da Bula Papal rapidamente as comunidades cristãs formaram Irmandades para honrar e relembrar anualmente o momento que ocorrera em Jerusalém e que se tornou orgulho de quem passou a ter Cristo como referência espiritual.
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O dia dedicado a consagração do Santíssimo Sacramento que remonta à «Bulla Dominus Noster Jesu Christi» do Papa Paulo III, publicada, em 30 de novembro de 1539, teve grande importância no Cristianismo pois celebrava a Eucaristia, relembrando o sacrifício de Jesus Cristo no Calvário. Depois da Bula Papal rapidamente as comunidades cristãs formaram Irmandades para honrar e relembrar anualmente o momento que ocorrera em Jerusalém e que se tornou orgulho de quem passou a ter Cristo como referência espiritual.
12 outubro 2025
25 setembro 2025
Eleições Autárquicas 2025: Listas
| 25 setembro 2025 | 0 Comentários | | 22:49 |
PELA DÉCIMA QUARTA VEZ OS HABITANTES DA FREGUESIA DE MONTALVÃO - 279 RECENSEADOS - VÃO A VOTOS PARA AS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS.
24 setembro 2025
Feira de Nossa Senhora das Mercês
| 24 setembro 2025 | 0 Comentários | | 00:00 |
MONTALVÃO TAMBÉM TEM AS SUAS SINGULARIDADES.
Não há lugarejo que não tenha, pelo menos, uma Feira Anual. Pois Montalvão é conhecido por não ter uma Feira instituída em determinada data, há mais de 80... talvez cem anos. Mas chegou a ter. Era a Feira de Nossa Senhora das Mercês. Talvez até aos anos 20 ou 30. Depois houve Feiras mas por coincidência de feirantes que chegavam e partiam no mesmo dia.
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| Fotografia do senhor José Pedro Martins Barata |
Não há lugarejo que não tenha, pelo menos, uma Feira Anual. Pois Montalvão é conhecido por não ter uma Feira instituída em determinada data, há mais de 80... talvez cem anos. Mas chegou a ter. Era a Feira de Nossa Senhora das Mercês. Talvez até aos anos 20 ou 30. Depois houve Feiras mas por coincidência de feirantes que chegavam e partiam no mesmo dia.
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