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14 maio 2022

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A Energia Elétrica 75 Anos (Parte I)

14 maio 2022 0 Comentários

HÁ 75 ANOS COMEÇOU A SER CONSTRUÍDA A CABINA (CABINE) ENTRE A RUA DAS TRASEIRAS E OS "TOURILES" FUNDAMENTAL PARA INAUGURAR EM 1948 A ENERGIA ELÉTRICA/ELETRICIDADE EM MONTALVÃO.


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13 maio 2022

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Senhoras Minha Mãe

13 maio 2022 0 Comentários
E DE TODOS OS MONTALVANENSES.


Embora o «Dia da Mãe» fosse comemorado em Montalvão, a 8 de dezembro, o advento das Aparições de Fátima, em 1917, trouxe para o mês de maio outra perspetiva em assinalar o valor materno. Uma imagem de Nossa Senhora de Fátima esteve em digressão pelo Alentejo, chegando a Montalvão, ao Arrabalde (junto da Porta de Baixo), em 1947, há 75 anos, aquando dos 30 anos das Aparições, entre Maio e Outubro de 1917, na Cova da Iria. 



A imagem de Nossa Senhora de Fátima, na rua do Arneiro (oficialmente 5 de Outubro) quando ainda havia candeeiros públicos a querosene (petróleo) antes da inauguração da iluminação elétrica, em 1948. Este era um dos sete candeeiros que existiam nos arruamentos, em Montalvão


Nossa Senhora dos Remédios também tem inspiração maternal e mariana ao ter o menino no seu regaço.



Era uma vez uma linda Nossa Senhora em andor
Dos Remédios, lindo nome, por bem a chamaram
Floriu toda a terra ao seu redor com mais valor
E em tapete aveludado e perfumado a amaram



De Montalvão partimos sempre tristes
Em triste deixamos Montalvão
Para Montalvão vamos um dia voltar
De volta para nos encantarmos com Montalvão

Imagem relacionada



De longe ainda para mais longe...
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03 maio 2022

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Tira Maias

03 maio 2022 0 Comentários
UMA DAS POUCAS TRADIÇÕES PRÉ-CRISTÃS EM MONTALVÃO QUE RESISTIU ATÉ AO SÉCULO XX.



A tradição das e para as «catchópas», em montalvanês ou raparigas, em linguagem "grave".

Um rito de Primavera. Um rito de passagem da adolescência para a idade adulta.




No dia três de maio, dia de Santa Cruz, havia o hábito ancestral de «TIRAR AS MAIAS».

As raparigas solteiras faziam cada uma o seu ramo de lindas e variadas flores, a «MAIA», e iam levá-las a casa da pessoa que amavelmente cedia uma sala para a festa da «Tira Maias». Anualmente variava o local. Chegava a ser realizada, também, na via pública: largos, cruzamentos, Adro ou na «Corredoura». 

Logo pela manhã, a meio da sala era colocado um alguidar grande onde as raparigas colocavam as suas "maias" devidamente assinaladas para se saber a quem pertenciam.

Tripeça ou «moutches» em Montalvão

De tarde as raparigas juntavam-se todas na sala. No meio do alguidar uma rapariguinha era sentada numa «trupéça» (com cortiça) ou «moutche» (de madeira de azinho ou sobro) vestiam-lhe uma rodada saia de mulher com o cós atado em volta do pescoço e a roda aberta de modo a cobrir o alguidar escondendo as «maias» que lá estavam. As raparigas tocando adufes e almofarizes circulavam em volta com passo de dança, cantando:

Com bem venhas, Maio
Por esses outeiros
Dando o grão ao trigo
E a lã aos carneiros

E logo a seguir:

Tira, tira a Maia,
A Maia de flores.
Tira tu, Maria
Tira os meus amores.

P' ra que Deus me dê
Um amor .... (sapateiro ou carpinteiro ou ferrador ou etecetra)
P' ra bincar com ele
No mês de janeiro

Ou:

Tira tu, Maria
Tira os meus amores
Com quem brincar
Em manhã de flores.

P' ra Deus me dar
Um amor doutor
Com quem eu brincara
Em manhã de flores.

A pequenita, debaixo da grande saia de mulher, tirava ao acaso uma das «Maias» que logo era reconhecida pela autora, que ficava desta forma conhecedora da profissão do futuro marido. A pequenita que tirava as «Maias» ganhava depois a maior, o «Maião».




Neste dia também era usual ornamentar de flores e alecrim o Cruzeiro em frente da ermida de Nossa Senhora dos Remédios («Senhô-Drumédes», em montalvanês).

E assim se fez Montalvão...
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25 abril 2022

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Festa de São Marcos

25 abril 2022 0 Comentários
EM 2022 CABE AO EVANGELIZADOR SÃO MARCOS SER O SEGUNDO A SER HONRADO DEPOIS DA PÁSCOA. O PRIMEIRO FOI SÃO SILVESTRE, ONTEM, EM 24 DE MARÇO.



Só quando a Páscoa é tardia, São Marcos é honrado antes de São Silvestre...o ser. Em 2019 foi, pois a Páscoa assinalada em 21 de abril "colocou" o São Silvestre a 29 de abril, com São Marcos ao "meio" (quinta-feira). Em 2023, continuará a ser depois do São Silvestre, pois o domingo de Páscoa será a 9 de abril e o domingo de Pascoela (São Silvestre) em 16 de abril.


E de facto é dele o «Segundo Evangelho do Novo Testamento». São quatro os Evangelhos Canónicos: Mateus, Marcos, Lucas e João. Em questões de Fé interessa pouquíssimo a localização histórica das figuras bíblicas. Ou se acredita ou não se tem Fé. Mas tornou-se hábito fazer "enquadramentos históricos". Pois bem. Diz-se que Marcos nasceu em Cirene (norte litoral da Líbia [clicar]) em 10 a. C. (antes de Cristo) e morreu em Alexandria (Egito [clicar]) por volta de 25 de abril de 68 d. C. (depois de Cristo) vivendo cerca de 80 anos.



Em Montalvão consta que a capela de São Marcos ficava no que foi o quintal do sr. José António Morujo  mas se assim era ficava, praticamente, em frente à igreja de São João (que existiu até aos anos 20) o que é pouco provável embora possível. A Igreja Matriz e a Igreja da Misericórdia ficam em frente uma da outra! 



Na verdade aquando da descrição dos estragos provocados pelo terramoto de 1 de novembro de 1775 a igreja de São Marcos foi referenciada no levantamento realizado pelo Vigário Frei António Nunes Pestana de Mendonça, em 24 de abril de 1758. A curiosidade é que entre Ermidas e Capelas era a única dentro da povoação. Todas as outras ficavam isoladas, ou seja, não havia continuidade de edifícios até junto delas, mesmo a de São Pedro e Espírito Santo, que atualmente ficam dentro do povoado. Em 1758 ficavam no exterior de Montalvão. Isoladas. Havia mais duas junto a «Montes»: Santo André e São Gregório/São Jacinto (Salavessa), além Santo António da Giesteira, entre a Salavessa e o Pé da Serra (São Simão). A Capela de Santo António (ao fundo da Corredoura) anexada para curral, por um Lavrador e a Capela de São João de que há notícias das suas existências e localizações, em meados do século XX (a de São João até deu nome a rua), são posteriores a 1758, pois não aparecem descritas, havendo "apenas" um altar dedicado a São João na de São Marcos. Isoladas continuam (e continuarão) a de Santa Margarida (arruinada), São Silvestre e Nossa Senhora dos Remédios. Três vértices de um triângulo divino e divinal.



A imagem que acompanhava São Marcos era um touro em vez de um leão que é tradicionalmente o animal que lhe está associado.



A «Festa de São Marcos» decorria em 25 de abril e até 1910 foi organizada pela respectiva Irmandade. Dispunha de Bandeira que era levada para a Igreja Matriz conforme era usual nas Irmandades que as tinham, acompanhada pelos «Irmãos» até à capela-mor onde se mantinha durante a Missa cantada. Se a Irmandade tivesse tido um ano bem abonado era contratada - não havendo em Montalvão - uma Banda de música em Nisa ou Castelo de Vide, da qual se destacavam uns executantes para no coro da igreja acompanharem a Missa, tocando e cantando segundo mandava a liturgia.



Quando terminava a Missa e dito o sermão era chegado o momento da entrada do «Touro» na Igreja Matriz, animal bovino que não passava de um bezerro ou novilho oferecido por algum dos lavradores («riques», em montalvanês) em cumprimento de promessa. O animal era conduzido pela coxia central até à capela-mor, junto do andor de São Marcos numa apresentação e era retirado pelo mesmo caminho.



Nem sempre os bezerros ou novilhos sofriam bem bem esta cerimónia de caminhar por entre a massa agitada dos devotos no interior de um edifício com a atmosfera saturada de odor e suor de gente misturados com o perfume do incenso. Muitas vezes o animal excitava-se ou era excitado e havia correria e atropelos com gáudio de muitos.


Passada a agitação organizava-se o cortejo da Procissão acompanhado pela Banda, ou não havendo, pelo "tamboreiro" a tocar cadenciadamente no tambor. Abria a procissão a «Cruz da Paróquia» seguida da «Bandeira de São Marcos», depois vinha o andor, o sacerdote levando a Cruz e na retaguarda os homens. As mulheres, como em todas as Procissões, seguiam em áleas a ladear as insígnias e o andor. O itinerário era o habitual nas Procissões quando acompanhadas por Banda de música, mas era encurtado se ia o "tamboreiro", isto é, ia rua da Barca abaixo, no «Fundo da Rua», virava à esquerda, subia a rua da Costa e voltava, à esquerda, pela rua do Outeiro até à Igreja Matriz.


Martírio de São Marcos em Alexandria, a 25 de abril de 68 (D.C.)

Recolhida a Procissão procedia-se à arrematação dos "ramos" oferecidos a São Marcos, além do bezerro/novilho que era leiloado no «Adro da Igreja». Eram borregos, galos, chibos, carne de porco, enchidos, cereais, legumes, fruta, doces, etecetra, apregoados conforme o uso (em montalvanês, claro): 

«Quem dá mais por este ramo, que está em... (valor em réis ou escudos)... tostões que é para São Marcos bendito?»

À noite havia arraial com concerto pela Banda num coreto armado, bailarico, foguetes, "fogo preso" quando havia verba para despender.

As Mães, cheias de devoção, costumavam fazer-se acompanhar pelos filhos (rapazes) pequenos e dar com a cabeça no "tourinho" junto à imagem de São Marcos, no andor, fazendo a petição:

«São Marcos bendito te faça um bom homem».

Eis Montalvão cuja origem remonta ao mais puro rito do Cristianismo Templário. As atividades humanas decorriam pontuadas pelas cerimónias do Divino
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24 abril 2022

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Romaria ao São Silvestre

24 abril 2022 0 Comentários
UMA DAS MAIS ANTIGAS TRADIÇÕES DOS MONTALVANENSES.



A Romaria à ermida de São Silvestre já no termo sul da freguesia de Montalvão e do concelho de Nisa praticamente junto à povoação de Póvoa e Meadas (concelho de Castelo de Vide). Esta localização era causadora de forte rivalidade entre as populações das duas localidades.


A azinhaga entre Montalvão e a aldeia de Póvoa e Meadas era praticamente uma linha reta com passagem pela notável «Fonte Ferranha» de boa água e pitoresca construção nessa azinhaga - nas invernias rigorosas impossibilitada a carros de muares e carroças de asininos - onde está a Ermida de São Silvestre. Depois aquando da implantação da estrada municipal esta foi desviada, aproveitando o secular caminho de "todo o ano e para veículos de tração animal" pouco depois de Montalvão e pouco antes de Póvoa e Meadas, para Leste a fim de evitar a construção de um pontão sobre o ribeiro de Fevêlo. A estrada está construída na linha de festo ou topo drenando os terrenos para a ribeira e São João a Leste e a Oeste para o ribeiro de Fevêlo. 

É provavelmente a manifestação religiosa mais antiga de Montalvão com origem nos Templários, pois:

1. No interior da ermida, na pedra de cantaria no centro da abóbada, está talhado o símbolo da Ordem do Templo;

2. A romaria realiza-se no primeiro domingo seguinte ao de Páscoa quando a Igreja Católica convencionou 31 de dezembro como o dia dedicado ao Papa que mártir se tornou santo, morrendo em 31 de dezembro de 335. Mas com culto ancestral cada ramo da Cristianismo celebra o Santo Papa em dias diferenciados. O culto montalvanense deve ser anterior ao dia definido pela Igreja Católica Apostólica Romana;   

3. Certamente que no local já existiria um culto romano, até anterior, talvez pré-histórico com demasiada importância e significado para ser reconvertido em culto cristão.



São Silvestre
Foi figura importantíssima nos primeiros tempos do Cristianismo, principalmente a nível político. Como 33.º Papa, entre 31 de janeiro de 314 e 31 de dezembro de 335, foi durante o seu papado, de 31 anos, que o Imperador Constantino se converteu ao Cristianismo (ano de 317) e este passou a ser a religião do Império Romano (oficialmente em 27 de fevereiro de 380). Silvestre nasceu próximo de Roma, entre 270 e 285.



Romaria religiosa
Na véspera, sábado, um dos festeiros percorria as ruas de Montalvão a pedir donativos para as despesas a que os festejos obrigavam fazendo-se ouvir:

«Dai esmola a São Silvestre
Para que nos livre da peste
E dos maus vizinhos de ao pé da porta»

Além das esmolas em dinheiro (pouco mais que tostões). A gente pobre da aldeia oferecia um galo e os lavradores davam um borrego ou um chibo; havia outras ofertas como bolos e vários géneros, tudo para ser leiloado e arrematado no dia seguinte.
Na manhã do Domingo de Pascoela, o Festeiro desse ano acompanhado dos seus auxiliares, saía de sua casa empunhando a Bandeira de São Silvestre desfraldada, todos com os chapéus enfeitados com flores e nas lapelas dos casacos, pregadas com alfinetes, fitas de várias cores. As mulheres esmeravam-se com roupa garrida e florida.
Com o tamboreiro à frente a rufar no tambor, seguiam a pé pelas ruas até onde era considerada a saída de Montalvão, onde se construiu o posto da Guarda Fiscal. Ali os aguardavam os meios de transporte, carros ou alimárias que os levariam por aquela antiga azinhaga mal cuidada até à ermida, a uns cinco quilómetros de Montalvão (mas a dois da Póvoa e Meadas). Antes de ocuparem os seus lugares nos carros ou montarem nas cavalgaduras, a Bandeira era desenfiada da vara que fazia de mastro, dobrada e resguardada para evitar qualquer dano.




O caminho era assinalado pelos inúmeros devotos que, a pé ou transportados, desde cedo partiam aos grupos, cada um nos seus garridos trajes de festa, levando os seus farnéis.
Chegados à ermida, o Festeiro e companheiros apeavam-se, armavam a Bandeira e com ela erguida cumpriam a praxe tradicional de dar três voltas ao redor da capela, rogando a São Silvestre que nos livrasse da fome, da peste e dos maus vizinhos de ao pé da porta. A seguir entravam na ermida para assistirem às cerimónias religiosas que então começavam.
A componente religiosa, com a capelinha a transbordar de fiéis, constava de Missa e Sermão. Finalmente a Procissão que também dava as três voltas ao redor da ermida. Recolhida a procissão consideravam-se terminadas as cerimónias da igreja e chegada a hora de comer os farnéis.



Romaria popular
Nos terrenos próximos continuava a festa. Começavam a ouvir-se os gritos dos leiloeiros apregoando os ramos:

«Quem dá mais por este ramo, que está em... (tantos)... tostões que é para São Silvestre bendito?»



O produto da venda dos ramos concorria para fazer face às despesas com a festa. Em 2022, a romaria é a 24 de abril. Em 2023, será a 16 de abril. 



A Banda de música, contratada somente quando as disponibilidades financeiras o consentia, tocava num coreto improvisado as peças do seu repertório. Não havendo Banda uma concertina chegava para armar um baile para rapazes e raparigas de Montalvão e povoações vizinhas, chegando até bem longe, como Castelo de Vide e Nisa. Não havia ano em que não houvesse zaragata, com pedrada e paulada, geralmente entre montalvanenses e povachos, tal a rivalidade.


Há uns anos quis visitar a Ermida e tive sorte pois vinha da Póvoa e Meadas, de automóvel, entrando pelo caminho, bem arranjado, de terra bem batida. Chegado à Ermida e dando as habituais três voltas decidi continuar em frente, rumo a Montalvão. A minha mãe - experiência conta muito - bem me disse que a ideia não seria a melhor. O caminho foi-se degradando, passando a azinhaga mal cuidada, passei à Fonte Ferranha e depois... acabou-se. Fiquei com o automóvel no meio de canchos, ponedros, xaras (até é um Citroen Xara, mas não é uma xara) e com umas vacas a espreitar. Lá encontrei um piso mais duro - felizmente já nada está, por ali lavrado, muito menos semeado - e dei com a cancela que dá para a estrada de ligação a Montalvão. Como já passaram uns seis anos, espero que o caminho do lado de Montalvão esteja, pelo menos, tão bem tratado como está do lado de Póvoa e Meadas. 

Eis Montalvão cuja origem remonta ao mais puro rito do Cristianismo Templário. As atividades humanas decorriam pontuadas pelas cerimónias do Divino


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20 abril 2022

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A "Ilha" Improvável

20 abril 2022 0 Comentários

EM CERCA DE 40 MIL LOCALIDADES EXISTENTES EM PORTUGAL CONTINENTAL E INSULAR - ALGUMAS JÁ DESABITADAS - EIS QUE APARECE MONTALVÃO "NO MEIO DO NADA".




A referência gráfica não deixa de causar espanto e ser surpreendente.

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17 abril 2022

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Semana Santa VI

17 abril 2022 0 Comentários
DOMINGO DE PÁSCOA.




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