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25 janeiro 2021

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Os Sacristões

25 janeiro 2021 + 0 Comentários

HOUVE DEZENAS DE SACRISTÕES EM SETE SÉCULOS MONTALVANENSES.




No auge demográfico e social de Montalvão no século XX (Anos 40 e 50), houve o Senhor João Varão. 
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24 janeiro 2021

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Eleições 2021, Montalvão 138 Votantes

24 janeiro 2021 + 0 Comentários

 EM 303 ELEITORES INSCRITOS.




Estão apurados no Ministério da Administração Interna os resultados eleitorais dos montalvanenses (clicar).


Eleições Presidenciais 2021 em Montalvão

Em 303 eleitores, votaram 138 montalvanenses e salavessenses (45,54 por cento). A abstenção foi de 54,46 por cento (165 pessoas). Os votos válidos foram 131 pois sete votos - 3 em branco e 4 nulos - não são contabilizados em Eleições Presidenciais.



Marcelo Rebelo de Sousa venceu com 71 votos correspondentes a 54.20 por cento. João Ferreira teve menos 52 votos, com 14.50 por cento (19 votos). André Ventura registou o terceiro lugar, com 15 votos (11.45 por cento). Menos 56 votos que Marcelo Rebelo da Silva e menos quatro votos que João Ferreira. Ana Gomes obteve o quarto lugar com 14 votos (10.69 por cento). Em quinto lugar, Tiago Mayan, com cinco votos (3,82 por cento). Vitorino Silva obteve quatro votos (3,05 por cento) e Marisa Matias teve três eleitores (2,29 por cento).


Comparativo 2021/2016

A desertificação na freguesia é avassaladora. Em cinco anos, os inscritos diminuíram 17 por cento, ou seja, menos 61 eleitores (de 364 para 303). Marcelo Rebelo de Sousa obteve mais 12 votos (de 59 para 71) com menos votantes. Mais 19,29 por cento, entre 2016 e 2021. Vitorino Silva obteve menos seis votos (de 10 para 4 votantes). Marisa Matias diminuiu dez votos (de 13 para 3 votos). João Ferreira obteve mais seis votos que Edgar Silva (de 13 para 19 votantes) numa menor afluência ao ato eleitoral. Foram os candidatos apoiados pelo PCP/PEV (Partido Comunista Português e Partido Ecologista "Os Verdes") respetivamente, em 2021 e 2016. Os restantes não permitem comparações.



NOTA CONCELHIA:




NOTA DISTRITAL:


NOTA NACIONAL:


NOTA PORTUGAL: três consulados por apurar Moçambique (Beira) e China (Macau e Pequim)





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Presidenciais 2021: Dez Eleições Desde 1976

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COMO EM TODO O PAÍS E NA DIÁSPORA PORTUGUESA.


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22 janeiro 2021

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Presidenciais 1976

22 janeiro 2021 + 0 Comentários

MONTALVÃO VOTOU EM RAMALHO EANES PARA SER ELEITO PRESIDENTE DA REPÚBLICA TAL COMO O RESTO DO PAÍS.



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20 janeiro 2021

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Presidenciais 1980

20 janeiro 2021 + 0 Comentários

MONTALVÃO VOTOU EM RAMALHO EANES PARA SER REELEITO PRESIDENTE DA REPÚBLICA TAL COMO O RESTO DO PAÍS.



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17 janeiro 2021

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Matanças (Parte I: Enchidos)

17 janeiro 2021 + 0 Comentários

MÊS DE JANEIRO ERA MÊS DE MATANÇAS EM MONTALVÃO.




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16 janeiro 2021

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Presidenciais 1986

16 janeiro 2021 + 0 Comentários

NAS ÚNICAS ELEIÇÕES COM SEGUNDA VOLTA MONTALVÃO VOTOU MAIORITARIAMENTE EM SALGADO ZENHA E DEPOIS EM MÁRIO SOARES.



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13 janeiro 2021

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Presidenciais 1991

13 janeiro 2021 + 0 Comentários

MONTALVÃO VOTOU EM MÁRIO SOARES PARA SER REELEITO PRESIDENTE DA REPÚBLICA TAL COMO O RESTO DO PAÍS.



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12 janeiro 2021

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Rio Sever 2021

12 janeiro 2021 + 0 Comentários

UNO, ÚNICO MAS DIVISÍVEL.

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11 janeiro 2021

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Presidenciais 1996

11 janeiro 2021 + 0 Comentários

 MONTALVÃO VOTOU EM JORGE SAMPAIO PARA SER ELEITO PRESIDENTE DA REPÚBLICA TAL COMO O RESTO DO PAÍS.



Em 14 de janeiro de 1996, o candidato mais votado foi Jorge Sampaio, com 345 votos, correspondendo a 71,58 por cento dos 482 votos válidos em 494 votantes. Os votos nulos (9) e brancos (3), doze em 1996 - não são contabilizados nas percentagens totais nas eleições para a Presidência da República. Cavaco Silva com menos 208 votos (28,42 por cento) foi votado por 137 eleitores. Num ato eleitoral em que dos quatro concorrentes inscritos, Jorge Sampaio foi apoiado por dois que desistiram temendo dispersar votos que favoreceriam a eleição de Cavaco Silva. As Eleições Presidenciais em que nunca poderia haver segunda volta. Caso único na Democracia portuguesa. 




Os dois candidatos tiveram origem partidária. Houve outros dois que desistiram a favor de Jorge Sampaio. Cavaco Silva foi apoiado pelo PPD/PSD (Partido Social Democrata) e pelo CDS-PP (Centro Democrático Social-Partido Popular). Jorge Sampaio foi apoiado pelo Partido Socialista (PS). Durante a campanha eleitoral dois candidatos desistiram a seu favor: Alberto Matos (apoiado pela União Democrática Popular/UDP) e Jerónimo de Sousa, candidato do PCP (Partido Comunista Português) e PEV (Partido Ecologista "Os Verdes").



O Presidente da República foi eleito com 53,91 por cento dos votos (3 035 056 votos). Cavaco Silva obteve menos 439 925 votos com 46,09 por cento, num total de 2 595 131 votantes.



Próxima "paragem": Presidenciais 1991
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10 janeiro 2021

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Feira de Inverno

10 janeiro 2021 + 0 Comentários
A FEIRA DE JANEIRO NO SEGUNDO DOMINGO DO PRIMEIRO MÊS DO ANO.



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07 janeiro 2021

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Montalvão 1803 (Parte I: Pessoas)

07 janeiro 2021 + 0 Comentários

HÁ DOIS SÉCULOS MONTALVÃO FICOU "RETRATADO" A TINTA EM PAPEL PARA A POSTERIDADE.


Descrito com critério por quem não habitava em Montalvão. É pois um olhar "de fora para dentro" de alguém que era perito em interessar-se pelos pormenores que realmente deviam ser valorizados.



Em 1758, há uma excelente descrição do território feito por Vigário Frei António Nunes Pestana de Mendonça a pedido do futuro Marquês de Pombal que solicitou aos párocos de todo o País a descrição das suas paróquias. Comparando a descrição de Montalvão com as outras paróquias podemos estar grato ao nosso vigário que se esmerou. Colocado pela Diocese de Portalegre, em Montalvão, com conhecimento do local onde vivia pode fazer um trabalho de grande qualidade que permite conhecer (bem...) o território de Montalvão em meados do século XVIII.



Quase meio século depois, em 1803, há outra descrição, desta vez por um "estranho" que estudava as características da fronteira do Nordeste Alentejano. São 28 páginas manuscritas (mais 27 e um pouco da 28.ª!) essencialmente do ponto de vista militar mas que foram muito para além disso, ainda que seja esse o objetivo. Mas permitiu saber a geografia física e humana, bem como a arquitetura, demografia, rede viária interna e externa, vida dos montalvanenses e a sua capacidade de sobreviver, bem como o modo como o faziam. Aborda-se neste texto as descrições mais detalhadas acerca das pessoas, deixando-se para outros, o clima, a vegetação, a geologia, os cursos de água (dois rios e cinco ribeiras/ribeiros) e a descrição da vasta rede de caminhos - para veículos (carrilhos) e para pessoas (veredas e carreiros) - com as distâncias reais e tempo gasto, para chegar a localidades como Castelo de Vide, Marvão, Portalegre, Alpalhão, Nisa, Castelo Branco e Ferreira de Alcântara (Espanha). Além das localidades intermédias, como é evidente. 




Foi o então Oficial do Real Corpo de Engenheiros, José Maria das Neves Costa, nascido em Carnide (atualmente pertencente a Lisboa) que fez um reconhecimento militar da fronteira do Nordeste Alentejano. Deixou um conjunto de memórias descritivas e uma carta topográfica pormenorizada que mesmo sendo trabalhos para o exército (Inspeção Geral das Fronteiras e Costas Marítimas do Reino) e interesse militar documentam com preciosidade e minucia o que eram e por onde se deslocavam os montalvanenses.  



Não chegavam a 300 casas com cerca de 4 pessoas por edifício. Ruas revestidas com ponedros - não havia ruas de "terra batida" - com casas térreas (um piso) o que confere com aquilo que ouvia dizer aos mais velhos da povoação no início dos Anos 70. A Vila era constituída quase só por habitações de um piso mas depois as que se iam fazendo de novo já tinham dois e algumas das outras receberam mais um. Vendo as poucas fotografias de Montalvão com mais de um século percebe-se que tudo encaixa. A povoação com metade das casas que já tinha nos Anos 60 do século XX era o núcleo central, como é facilmente percetível (clicar). Se em finais do século XIX já havia rua do Ferro no início desse século a Vila a norte terminava na rua da Barca sendo esta a ligação à foz do rio Sever e à barca para atravessar o rio Tejo.  



Não havia convento e o hospital (na Misericórdia) era rudimentar e esconso. Há 200 anos o acesso à água no final do Verão era problemático. Como era em meados dos Anos 50 quando a população quase triplicara desde 1800. Os oito poços/fontes são fáceis de identificar pois quatro situam-se a Norte - Cereja (salobra), Nova/Ouro, Grande e "do Mato" - e quatro a Sul: Chouriça, Carreira, «Fontanhão» e Judia. Depois os artesãos que parecem suficientes para mil habitantes, bem como os moinhos no rio Sever e o açougue (matadouro) por baixo do edifício do Município e que deixou topónimo a assinalar as suas "escadinhas". Em relação aos dois lugares a esperada ordem de grandeza. A Salavessa era quatro vezes maior que o Monte do Pombo, em edifícios, mas as famílias neste eram maiores. Assim se descreveu Montalvão. Uma parte pois há muito mais para saber acerca de Montalvão e dos montalvanenses recuando mais de dois séculos.   




Continua um dia destes...

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06 janeiro 2021

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Dia de Reis

06 janeiro 2021 + 0 Comentários
CELEBRAR BALTAZAR, GASPAR E MELCHIOR.

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01 janeiro 2021

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Boas Festas

01 janeiro 2021 + 0 Comentários
COM BOCHECHADAS DE ÁGUA E PUNHADOS DE FARINHA.



O Ano Novo Civil começava com a prática das «Boas Festas» e votos para um «Novo Ano Muito Próspero». Um ritual que parecia ser uma recriação profana do rito do pão e da água no preceito religioso cristão de amar o próximo como a nós mesmos, que foi degenerando em brincadeira por se prestar a ser aproveitado como divertimento fácil e rapidamente ultrapassado por quem era visado. Geralmente mulheres pois era praticado por raparigas moças, que se agrupavam a três ou quatro, entre as quais uma levava uma pequena bilha com água de beber e outra uma tigela com farinha de trigo.  



Começar pela «Porta da Igreja»
Dada a meia-noite no relógio da torre da Igreja Matriz, na noite de passagem de ano, de 31 de Dezembro para o primeiro dia do novo ano, o grupo dirigia-se à Igreja Matriz, onde, frente à porta principal que estava encerrada àquela hora, a rapariga que levava a água tomava um bochecho e borrifava a porta a fim de ficar molhada e de seguida a companheira que levava a farinha tirava da tigela uma pequena porção que lançava sobre o molhado da porta, onde ficava agarrada. Em simultâneo pronunciavam todas as três ou quatro, em uníssono, o voto: «Bons Anos nos dê Deus».  



Continuar pela aldeia fora
Cumprida a cerimónia na porta principal do templo, o grupo ia de casa em casa, de porta em porta, repetindo o ato da projeção da água e da farinha nas respetivas portas com o acompanhamento do voto de «Novo Ano Próspero». Geralmente as donas de casa aguardavam a chegada do grupo de raparigas e sem abrir a porta, respondiam do lado de dentro: «Que Deus no-lo dê a todos nós». E as raparigas, mesmo brincando e alegres, lá iam até à porta seguinte onde retomavam a respeitosa compostura exigida na pronúncia do voto. E assim, por vezes mais do que um grupo de raparigas, mas vários, percorriam todas as ruas da povoação não ficando porta por marcar e casas sem votos a dar e receber.



A tradição acabou em divertimento até acabar de vez
Nos anos 40 e 50, o que movia as adolescentes era já mais o divertimento que a devoção. Um pretexto para se reunirem e brincarem até horas da madrugada pouco habituais. E visavam mais as casas e portas das mulheres que mais se irritavam com tal prática. As «mais senhoras do seu nariz» muitas vezes acabavam por ser as únicas visadas na brincadeira. 

As poucas atividades de festa e romaria popular em Montalvão coincidiam - aproveitando-as - com as celebrações religiosas.



Agora a próxima paragem montalvanense é no Dia de Reis (6 de Janeiro)
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