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21 outubro 2021

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Aquela Última Viagem

21 outubro 2021 0 Comentários

QUANDO SE REGRESSA A MONTALVÃO NUNCA É DEFINITIVO. É SEMPRE UM ATÉ JÁ!


NOTA: o consagrado jovem escritor Bruno Vieira Amaral não é montalvanense mas é como se fosse. Além disso terá justificação em ter espaço neste blogue pois escreve tendo por cenário e referência a «Vila». É pois uma honra poder escrever acerca de alguém com quem se pode conversar e perceber o que significa Montalvão, tendo ele completado há poucos dias 43 anos. Isto num blogue que tem por objeto, quando pessoas, quem já não está entre nós.



Podia contar uma estória de um regresso à «Vila», até mais do que uma. Mas deixo isso para quem sabe, para o filho da Fátima Fitas, neto da Tomázia Graça e do João Fitas, filhos do Ti Mané Pedro e da Tchá Marí Catrina. Não sei se, o neto e bisneto, daquela boa gente e gente de bem, da segunda casa da rua do Ferro, lado direito, é o melhor escritor português da geração nascida entre final da década de 70 e início de 80 (ele nasceu em 1978, no Barreiro) mas é o mais premiado atualmente em Portugal.

 

O Ti Mané Pedro e a Tchá Marí Catrina (salavessense) depois mudariam para outra casa na rua do Ferro. E uma filha destes, a Tomázia Graça e o João Fitas casariam para uma casa na rua da Barca - que só existe o local com edifícios modificados, pois o que eram duas casas resultou, anos depois e na atualidade, apenas uma - onde nasceria um primeiro filho Vítor e depois a filha, Fátima que é a mãe do «nosso» escritor.


Bruno Vieira Amaral conta, soberbamente, a última viagem da avó a Montalvão, em 1989, tinha ele onze anos e a Tomázia uns 50. Eis um (ainda...) inédito que tenho a honra de possuir, oferta do escritor. Resta acrescentar que o que se vai ler é Literatura e sendo Literatura é ficção, ou seja, quem escreve faz da escrita uma arte de provocar emoções em quem lê, por isso não quer dizer que exista sequer a história que conta ou que tenha sido exatamente assim. Isso seria apenas um relato. Ora o que interessa é o modo como nós leitores somos atraídos pelo que lemos. Pode ter sido exatamente assim, tal como pode ser totalmente imaginado. Literatura é Literatura e isto é do melhor que está a ser feito em Portugal.

(clicar em cima do texto para obter melhor visualização)




Um excerto de uma estória já publicada no livro «hoje estarás comigo no paraíso», editado em abril de 2017:

 (clicar em cima do texto para obter melhor visualização)


Ficará para outro texto uma apreciação crítica a cada um dos seus oito livros (um em parceria) que talvez já sejam mais quando esse texto for editado neste blogue. Por agora restam duas ligações:


Wikipedia (clicar)

Televisão (clicar)

Televisão/Integrado Marginal (clicar)





Obrigado, Bruno Vieira Amaral

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