Montalvão: Terra dos Poetas Ativos - Montalvam

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15 novembro 2019

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Montalvão: Terra dos Poetas Ativos

15 novembro 2019 0 Comentários
UM POETA NUNCA MORRE. É ETERNO COMO O TEMPO. VAI-SE O CORPO FICA O CAMINHO. FICA O ENLEVO.


Leiam, os poetas montalvanenses de agora...





A maior parte dos poetas montalvanenses são rimadores ou poetas populares como se costuma dizer, mas prefiro rimadores, pois todos podem ser populares se tiverem qualidade. O poeta algarvio António Aleixo - nasceu em Vila Real de Santo António, viveu e faleceu em Loulé, com passagens por Faro e emigrante em França - é um rimador e tem muita qualidade. Tem sentido. Em Montalvão há registos para mais de vinte rimadores. O que é necessário é tempo para encontrar os papéis. Não os tendo e querendo fazer este texto para o dia de hoje, resta digitalizar o que está mais à mão. Ficarão outros para um segundo texto a publicar o mais breve que for possível. Entre todos os rimadores montalvanenses que conheço o Ti António Branco que improvisava com facilidade e muitas ficaram por escrever mas nunca por dizer. Eis duas rimas fantásticas de um poeta versátil.

A Música de Montalvão



Trata Bem Este Velhinho



E há os poetas da sublimação. Os que conseguem trovar colocando sentimento na emoção transportando quem os lê para a dimensão da fluidez das recordações ou sensações. O caso mais notável, dos que conheço, é o de Carlos Alberto Lucas Silva, com dois livros publicados - embora ainda não tenha tido acesso ao segundo - e uns quantos por publicar. Quatro poemas do seu primeiro livro (que tem por capa a imagem que ilustra o texto de hoje).





E assim se faz Montalvão, em parte e no todo, sem ser em vão 

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